São Fco.

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terça-feira, 2 de outubro de 2012

Quadro estável para as comunitárias catarinenses

A ACAFE publicou suas estatísticas referentes ao ano de 2011. Minha tese de doutorado analisou os dados disponíveis então, que iam apenas até o ano de 2010./////////////////////////////////// O que se via até 2010 era que o ano de máxima expansão das comunitárias catarinenses fora o ano de 2005, com uma curva descendente em seguida. Os números de 2011 mostram uma estabilização do número de matriculados nos cursos de graduação, apesar do forte esforço na diversificação da oferta de produtos, com destaque para cursos tecnológicos. //////////////////////////////////// O Diário Catarinense deste final de semana apresentou entrevista com o presidente da ACAFE, que informou que apenas a UNESC e UNIVALI migrarão para o sistema federal de ensino, para credenciamento às benesses do PROIES. ///////////////////////////////////////// Isto evidencia duas coisas: (1)que as condições do PROIES não foram a tábua de salvação das instituições em sua crise de recursos, podendo ser comparada melhor a um cilindro de oxigênio que ajudará a respirar por mais algum tempo somente e (2)o quão fundamental para o sistema ACAFE é a pertença ao sistema estadual de ensino, "locus" onde reguladores e regulados, fiscalizados e fiscalizadores se confundem magicamente nas mesmas pessoas, fornecendo um ambiente sem o qual não se pode compreender o que significa o sistema ACAFE para a configuração política do Estado de Santa Catarina.

Democracia na Venezuela

Transcrevo esta observação do blog "Viomundo", a qual subscrevo, sobre o quadro político na Venezuela. (ainda não sabemos os resultados da última eleição). /////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////// "Eu fico imaginando a ginástica dos editores da Folha para dar um título que de alguma forma comprometesse Hugo Chávez como ditador. Contexto é tudo: a Constituição venezuelana prevê o instituto do recall (não temos isso) e um poder independente para organizar as eleições (ao contrário do Brasil, onde as eleições são organizadas pelo mesmo poder que julga possíveis irregularidades no pleito). A Venezuela usa o papelzinho que possibilita recontagem ou verificação de fraude por amostragem; o Brasil, não. No Brasil, sim, o mecanismo que garantia o sigilo do voto foi derrotado por especialistas. Finalmente, é só ligar a TV ou ir a uma banca de jornal em Caracas para ver a diversidade de opiniões, ausente no Brasil."

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Evento avalia defensoria pública em SC

O NEPE - Núcleo de Estudos e Práticas Emancipatórias convida para participar da atividade: Seminário IMPLEMENTAÇÃO DA DEFENSORIA PÚBLICA EM SANTA CATARINA LEI 575/2012 Local: Auditório do CCJ-UFSC Horário: 18h30min Data: 28/setembro/2012 Abertura: Prof. Dr. Antonio Carlos Wolkmer Palestras: "A trajetoria do Movimento pela criação da Defensoria Pública em Santa Catarina " Maria Aparecida Lucca Caovilla – Mestre em Direito UFSC. "As Mudanças no âmbito do Acesso à Justiça a partir da Criação e Implementação da Lei Orgânica N° 575/2012 em Santa Catarina" André Luiz Machado de Castro – Presidente da ANADEP Antônio Mafezolli –Vice-Presidente da ANADEP Realização: NEPE Movimento pela criação da Defensoria Pública em Santa Catarina Apoio: ANADEP CAXIF